Vaga para Desenvolvedor Web

A Highlan é uma empresa antenada e que procura estar “up to date” quando o assunto diz respeito às tendências tecnológicas. Procuramos inovar e oferecer as melhores soluções para nossos clientes e por isso, sempre buscamos profissionais capazes de atender a este nível de qualidade.

Com um ambiente descontraído e uma equipe multidisciplinar, a Highlan abriu uma vaga para Desenvolvedor Web, se você tem interesse ou conhece alguém que tenha, dê uma conferida nos requisitos para vaga:

1) Desenvolvedor Web
Procuramos um profissional com experiência em:

- Orientação a objetos e boas práticas de programação;
- Programação Java Web incluindo JSP, Servlets, XML, Apache, Tomcat;
- Javascript;
- JQuery;
- Ajax.

Será considerado como diferencial conhecimento e experiência em:

- CSS;
- HTML;
- UML.

Se interessou? Envie seu Currículo para suporte@highlan.com.br


Fim da Ericsson é outra sentença de morte para celulares Europeus?

Relatos da mídia dizem que a Sony está perto de comprar o seu parceiro sueco de telecomunicações Ericsson. Mas, enquanto os analistas dizem que a iniciativa é boa para a gigante japonesa, para os Europeus pode ser o começo do fim do mercado de Smartphones e Tablets da união européia.

Num esforço para melhorar seus negócios de smartphone, a gigante japonesa Sony está chegando a um acordo para comprar a participação de empresa sueca de telecomunicações Ericsson, em sua empresa de telefonia móvel conjunta, isso de acordo com o The Wall Street Journal, em dezembro de 2011.

A Sony pretende com isso, integrar sua operação de produção de smartphone, com seus tablets, assim como os consoles de jogos da empresas, para economizar custos e melhor sincronizar o desenvolvimento dos dispositivos móveis.

“A Sony não tinha sido capaz de esculpir a sua presença a nível mundial (em smartphones) com a Ericsson”, disse Hideyuki Ishiguro, estrategista de segurança da Sony. Além disso, a Sony está pressionando por um acordo como concorrentes como a Apple e a sul-coreana Samsung, para avançar com suas estratégias intimamente associadas com os smartphones e tablet.

O fato é que, a Sony Ericsson não informou a possível transação que pode envolver portfólio de patentes da Ericsson mobile-tecnologia.

Complacência Europeia?

Diversos especialistas afirmam que a Apple e o Google simplesmente viram o futuro dos dispositivos móveis, isso muito à frente de fabricantes europeus. Então, foram os europeus demasiadamente complacentes?

“Sim, definitivamente”, disse Mikko Ervasti, analista de telecomunicações do banco de investimento sueco. “Tanto a Sony Ericsson e a Nokia já disseram mais ou menos isso abertamente. Uma apontada quota de mercado e um posicionamento um pouco a frente dos concorrentes, às vezes dão a falsa sensação de segurança. Essas empresas que são grandes o suficiente para definir a indústria, erraram e parece que estão percebendo isso agora.”

A associação da Sony e da sueca Ericsson se estabeleceu em 2001. Hoje, a empresa é fabricante mundial de sexto celular mais vendido, com uma força de trabalho global de 7600 pessoas, de acordo com dados do comitê Europeu de Tecnologia.

Mas enquanto os concorrentes têm vindo a estabelecer novas tendências, os parceiros suecos e japoneses bateram de frente, muitas vezes sobre sua estrutura de propriedade e a dificuldade de precisão de comprimento de exigências em contratos, de ambas as parte.
O fato é, mesmo com a valorização das patentes dos celulares da Ericsson, o mercado Europeu parece que encolheu nos últimos 2 anos, tendo ou não isso haver com a crise mundial. Com essa contração, novos lideres de mercado vem surgindo, muitos desse usando a força de trabalho de países emergente como a china. Enquanto, o Japão e a União Européia vêm sofrendo com a crise.

De fato ate onde isso determina ou delimita o mercado de móbiles?

Leonardo Velloso


Avalanche de Smartphones?

O consumo de informação com advento da internet entrou numa crescente, estamos o tempo inteiro em contato com noticiais, tutoriais, informações e conteúdo, filtrando, assimilando e compartilhando. Este consumo esta cada vez mais rápido e superficial, percorremos as informações atrás de trechos que nos interessam e pronto, já podemos partir para próxima.

Percebo que esta cultura esta tentando ser “empurrada” no nicho de smartphones e tablets, visando um consumo cada vez mais desenfreado de aparelhos. Os smartphones tem sido bem aceitos pela maioria das classes com poder econômico de compra, já podemos ver um número grande deles sendo utilizados pelas pessoas nas ruas, isso pode ser justificado com planos de telefonia acessíveis, redes sociais, você pode estar conectado a qualquer momento e de qualquer lugar, você pode continuar consumindo informação estando no trânsito, estando num shopping e etc…

A produção continua de smartsphones traz pontos positivos e negativos, assim como qualquer outra coisa que se propõem a ser comercializada, como pontos positivos posso destacar uma variedade de compra, um estimulo competitivo entre as empresas, uma queda no preço, o que permite um acesso para classes que tenham renda inferior.

Já como pontos negativos, colo no topo da lista a falta de suporte para aparelho de gerações anteriores. Este ponto pode ser identificado desde a compra de capas protetoras até atualização do sistema operacional. Entre 2010 e 2011 foram lançados 3 aparelhos Motorola Droid, também conhecido como Milestone, sendo que as primeiras gerações só receberam atualização do Android devido a uma intensa pressão dos usuários.

Compartilhando uma experiência pessoal, outro dia fui ao principal shopping da cidade em busca de uma nova capa protetora para meu iPhone 3GS, e nem as lojas revendedoras oficiais e nem as lojas das operadoras tinham a tal capa para meu modelo, apenas para o iPhone 4.

A sensação que passa é que você tá abandonado e que te deixaram pra trás, se não compra um aparelho novo, você não é importante para eles. Tudo bem as empresas pensarem em produtos novos é bom, estimulante e podem surgir muitas inovações a partir disso, mas acredito que elas não precisavam ser lançadas a cada cinco, seis meses, ou que as gerações anteriores tivessem seu suporte anulado.

Se pegarmos uma outro nicho de tecnologia e que também gera bilhões por ano, a de vídeo games, podemos notar que eles dão um prazo de dois a três anos entre um console e outro, e os novos trazem inúmeras novidades e mudanças que realmente tornam o produto melhor.

Pegando mais uma vez o Milestone como exemplo, será que ele não poderiam ter segurado duas versões e ao invés de lançar três aparelhos, lançar dois?


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